Ainda não é a volta das postagens regulares no Restaure, mas eu não poderia deixá-lo para trás nas modificações que estou fazendo nos outros blogs.
Ei-lo então aqui. Verde como o “Romance sonâmbulo”, de Garcia Lorca.
Verde que te quero verde. Verde vento. Verdes ramas.
O barco vai sobre o mar
e o cavalo na montanha.
Com a sombra pela cintura
ela sonha na varanda,
verde carne, tranças verdes,
com olhos de fria prata.
Verde que te quero verde.
Por sob a lua gitana,
as coisas estão mirando-a e ela não pode mirá-las.
| Leia o poema inteiro no Releituras |

